Temer vai à China para Cúpula de Líderes do G20
O presidente Michel Temer embarcou às 19h desta quarta-feira para a China. No país oriental ocorre nos dias 4 e 5 de setembro, em Hanzhou, a Cúpula de Líderes do G20, da qual participarão os representantes das 20 maiores potencias econômicas mundiais.
A viagem de Temer para China tem previsão de três paradas na Ilha do Sal, em Cabo Verde, em Praga, capital da República Tcheca e em Astana, capital do Cazaquistão. A previsão é que o novo Presidente brasileiro chegue a Ásia na madrugada dessa sexta-feira, dia 2 de setembro, o que possibilitaria ainda que ele participasse de um seminário de empresários em Xangai.
Além da reunião com empresários, Michel Temer pretende se reunir com o presidente da China Xi Jinping. Há ainda diversos encontros bilaterais agendados, como com os primeiros ministros da Itália e Espanha e com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita no dia 3. Há ainda a possibilidade de reunião com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo.
Relação comercial Brasil e China
As relações entre Brasil e China foram estabelecidas em 1979. Mas foi em 2009 que o país asiático se tornou o maior parceiro comercial brasileiro. Em 2015 a presidente afastada Dilma Rousseff e o primeiro-ministro chinês Li Keqiang assinaram um Plano de Ação Conjunta no período de 2015 a 2021. Foram assinados um total de 35 acordos que abrangem os segmentos de comércio, infraestrutura, tecnologia, ciência, mineração, entre outros.
Brasil e China mantêm fluxos de investimentos bilaterais importantes. Em 2014, por exemplo, o comercio internacional entre os dois países alcançou US$ 77,9 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 3,3 bilhões. “A China é um parceiro econômico importante para o Brasil e constitui uma das principais fontes de investimento do país. O país asiático também se tornou o principal fornecedor de produtos importados para o Brasil. A relação comercial entre os dois países tem crescido nos últimos anos e a expectativa é que continue progredindo”, finaliza Rita Ronchi, analista de Comércio exterior da IDB do Brasil Trading.
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